
SAÚDE QUE NÃO PODE ESPERAR
A saúde sempre foi prioridade na minha vida pública. Foram muitos recursos, projetos e ações para fortalecer o SUS e ampliar o atendimento, especialmente nos hospitais filantrópicos e nas unidades básicas de saúde, levando o cuidado para mais perto das pessoas. Essa prioridade vai comigo novamente para a Câmara dos Deputados.
Quem precisa do SUS não pode esperar meses por um especialista, exame ou diagnóstico. Na saúde, o tempo faz diferença.
Precisamos reduzir as filas do SUS, ampliar o acesso a especialistas, exames e tratamentos. Minha experiência à frente do Instituto Pietro, de amparo ao tratamento de pessoas com leucemia, me mostrou o quanto é importante acelerar o diagnóstico do câncer, reduzindo o tempo entre a suspeita, a confirmação e o início do tratamento.
É preciso garantir mais medicamentos pelo SUS, inclusive importados, para doenças graves e raras, e ampliar a prevenção e a Saúde da Família, com atenção às doenças crônicas, como o diabetes.
O cuidado com a saúde mental precisa estar mais perto das pessoas, com mais acolhimento e atendimento, principalmente nas periferias e onde o acesso ainda é mais difícil.
Santas Casas, hospitais filantrópicos e regionais precisam de mais recursos para ampliar o atendimento pelo SUS.
Defender o SUS é garantir atendimento quando as pessoas precisam, e não quando já é tarde.

EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE
Educação não pode ser prioridade apenas no discurso. Tem que ser prioridade também no orçamento.
Precisamos de recursos para melhorar a escola pública e valorizar professores e profissionais da educação, com formação, qualificação e melhores condições de trabalho.
Precisamos também de escolas onde dá vontade de estar: seguras, acolhedoras, conectadas, com bibliotecas, esporte, cultura, ciência, tecnologia e robótica.
O ensino técnico e profissionalizante deve crescer ligado às novas profissões e às oportunidades de cada região.
No ensino superior, não basta garantir a entrada. É preciso criar condições para que o estudante permaneça e conclua sua formação, com: universalização das Escolas em Tempo Integral e ampliação do Programa Pé-de-Meia para todos os alunos da rede pública.
Educação é conhecimento, autonomia e oportunidade de escolher o próprio futuro.

DEFESA DA VIDA E SEGURANÇA
Minha história sempre foi marcada pela defesa da vida. Defender a vida também significa enfrentar a violência. Não podemos naturalizar feminicídios, agressões e crimes contra crianças. Vou defender na Câmara o aumento das penas e o fim da progressão de pena para crimes contra mulheres, crianças e crimes hediondos. Crimes dessa gravidade precisam de punição à altura. Precisamos agir antes que a violência aconteça, fortalecendo a prevenção, a proteção de quem está ameaçado, a inteligência e a integração no combate ao crime. Proteger a vida é prevenir e punir com rigor.
Contra a violência urbana, nas rodovias e nas cidades, defendo a aplicação imediata do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), lei que é da minha autoria, e que é um instrumento legal para estabelecer metas, integrar informações e orientar políticas capazes de reduzir a violência no trânsito e salvar vidas.
É preciso identificar os pontos críticos nas rodovias e cidades, integrar fiscalização, prevenção e engenharia de tráfego e atualizar a legislação para novas tecnologias, como bicicletas elétricas, equipamentos de mobilidade individual e veículos autônomos e semi autônomos. O trânsito seguro exige estatísticas unificadas dos eventos no trânsito, planejamento, fiscalização eficiente e leis modernas, sempre colocando a vida em primeiro lugar.

FECHAR O CERCO ÀS BETS
As bets prometeram diversão e dinheiro fácil, mas têm deixado dívidas, dependência e sofrimento em muitas famílias.
Defendo medidas firmes, inclusive a proibição das propagandas das bets, o combate às plataformas ilegais e a proteção de crianças, jovens e pessoas vulneráveis.
Precisamos ampliar a prevenção e o tratamento da dependência em apostas e enfrentar o superendividamento.
A proteção das famílias precisa estar acima do lucro das apostas.

VIVER MAIS COM AUTONOMIA E DIREITOS
O Rio Grande do Sul está envelhecendo. Viver mais é uma conquista, mas precisa significar saúde, autonomia, participação e qualidade de vida. É preciso simplificar os serviços públicos, tornando aplicativos, plataformas e procedimentos mais fáceis e acessíveis para as pessoas idosas. A tecnologia tem que facilitar a vida, não criar barreiras. Inclusão digital é necessária, mas ninguém pode ficar sem atendimento, benefício ou serviço público porque não consegue usar um aplicativo. Precisamos ampliar prevenção, saúde e cuidado, combater o etarismo e garantir oportunidades para quem deseja continuar trabalhando e participando da sociedade.

UM PACTO NACIONAL PARA ENFRENTAR
AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
As enchentes, estiagens severas que afetam quem produz, ondas de calor e tempestades extremas deixaram claro que não basta reconstruir depois da tragédia. É preciso investir antes e recuperar a capacidade do orçamento federal de financiar grandes obras de prevenção, sistemas modernos de monitoramento e alerta, infraestrutura resiliente e projetos estruturantes que atravessem governos.
Vou liderar um movimento por um Pacto Nacional para enfrentar as mudanças climáticas.
Um pacto para garantir recursos permanentes para prevenção e adaptação, preparar as cidades, modernizar sistemas de monitoramento e alerta e antecipar riscos.
Precisamos mapear áreas vulneráveis e planejar a partir das bacias hidrográficas, combinando obras de proteção com recuperação de rios, matas ciliares e encostas.
União, estados e municípios precisam atuar juntos, com planejamento de longo prazo.
Prevenir é o mínimo que devemos às pessoas.

DESENVOLVER O RIO GRANDE
E GERAR OPORTUNIDADES
O Rio Grande do Sul não pode se conformar em exportar matérias-primas e importar tecnologia e produtos de maior complexidade econômica. O futuro exige soberania tecnológica, indústria forte, energia limpa, inovação e empregos qualificados. Nosso estado, com sua indústria, agronegócio, universidades e capacidade de inovação, pode ser protagonista dessa transformação! É preciso apoiar pequenos negócios e quem empreende e produz, qualificar trabalhadores e trabalhadoras para as novas profissões e uma política industrial para preparar o Rio Grande para as mudanças no mundo do trabalho, especialmente com o avanço da inteligência artificial. Ciência, tecnologia e inovação precisam gerar desenvolvimento e empregos qualificados. Infraestrutura, logística e conectividade são essenciais para desenvolver as diferentes regiões e suas vocações. Minha capacidade de articulação estará a serviço dos municípios para transformar bons projetos em recursos federais, investimentos e resultados.
